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30 de set de 2009

Enfermeiro também é Doutor

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Esta é uma coisa de que me orgulho, pois facilita o trabalho junto aos pacientes que na sua grande maioria desconhece as qualificações do profissional enfermeiro. O título só ajuda, facilitando na prestação dos serviços, e o maior beneficiado é o paciente, que talvez por achar que Doutores são somente médicos (o que não tem nada a ver pois Doutor é quem faz doutorado) dificultam muitas das vezes o nosso trabalho! Com o título tudo fica muito mais fácil! Graças!




RESOLUÇÃO COFEN-256/2001



O Conselho Federal de Enfermagem-COFEN, no uso de suas competências e atribuições legais;





CONSIDERANDO que o uso do título de Doutor, tem por fundamento procedimento isonômico, sendo em realidade, a confirmação da autoridade científica profissional perante o paciente/cliente;






CONSIDERANDO que a exegese jurídica, fundamentada nos costumes e tradições brasileiras, tão bem definidas nos dicionários pátrios, assegura a todos os diplomados em curso de nível superior, o legítimo uso do título de Doutor;






CONSIDERANDO que deve ser mantida a isonomia entre os profissionais da equipe de saúde, e que o título de Doutor é um complemento, ou seja, um "plus", quanto a afirmação de um legítimo direito conquistado à nível de aprofundamento de uma prática terapêutica, com fundamentação científica;







RESOLVE:



Art. 1º- Autorizar aos Enfermeiros, contemplados pelo art. 6º, incisos I, II, III, IV, da Lei 7.498/8


Abaixo link de uma comunidade que também defende o assunto...
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=7411125

29 de set de 2009

Alcoolismo e seus efeitos



Normalmente definido como sendo o consumo consciente e excessivo e/ou preocupação com bebidas alcoólicas ao ponto que este comportamento interfira com a vida pessoal, familiar, social ou profissional da pessoa. O alcoolismo pode potencialmente resultar em doenças psicológicas e fisiológicas, e óbito (morte).

Efeitos no organismo


O álcool encontrado nas bebidas é o etanol, substância resultante da fermentação da cana-de-açúcar (aguardente) e fermentação da cevada (cerveja). Após ingerido, é absorvido no intestino e suas moléculas levadas ao cérebro.


O álcool a longo prazo prejudica órgãos e especialmente o fígado, responsável por metabolizar substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas pelo organismo durante o processo de digestão. Sendo assim, se houver uma grande quantidade de álcool, o fígado sofre uma sobrecarga para metabolizá-lo.


O álcool no organismo causa inflamações como gastrite, hepatite alcóolica, pancreatite, neurite.


Efeitos do etanol no sangue


  • 0,1 a 0,5  Estágio da sobriedade  -  Nenhuma influência aparente.

  • 0,3 a 1,2  Estágio da Euforia  -  Perda da eficiência, diminuição da atenção, julgamento e controle.

  • 0,9 a 2,5  Estágio da excitação  -  Instabilidade das emoções, coordenação musuclar afetada, menos inibição e perda do julgamento crítico.

  • 1,8 a 3,0  Estágio da confusão  -  Vertigens, desequilíbrio, dificuldade ao falare distúrbios da sensação.

  • 2,7 a 4,0  Estágio do estupor  -  Apatia, inércia geral, vômitos, incontinência urinária e fezes.

  • 3,5 a 5,0  Estágio de coma  -  Inconsciência, anestesia, morte.

  • Acima de 4,5  Morte  -  Parada respiratória.


Em 120ml de aguardente se o estômago estiver vazio, concentra 0,6 a 1,0 de álcool. Após refeição a concentração é de 0,3 a 0,5. Em 1,2 litro de cerveja, temos 0,4 a 0,5 com estômago vazio e 0,2 a 0,3 após refeição.




Tratamento


A maioria dos tratamentos busca uma diminuição no consumo do álcool, associadas ao apoio psicológico, desintoxicação associada a terapias em grupo para evitar recaídas. Alguns tratamentos possuem uma abordagem mais radical, como tolerância zero ao álcool e outros uma redução progressiva do consumo.

25 de set de 2009

Hepatite A, B e C








Hepatite significa inflamação no fígado, causada por vírus: HAV (Hepatite A), HBV (Hepatite B) e HCV (Hepatite C). Serão expostas aqui, apenas esses três tipos, suas formas de transmissão, tratamento e prevenção.

HEPATITE A


É uma inflamação do fígado (hepatite) causada por um vírus, chama-se HAV. Pelo seu modo de transmissão, esse tipo de hepatite é típico de áreas mais carentes, com condições de higiene precária e falta de saneamento básico.
Nesses locais, incluindo a maior parte do Brasil, a incidência maior é em crianças (2 à 6 anos), elas constituem um grupo de risco importante, e também os adultos e profissionais da saúde que interagem com essas crianças, porém, indivíduos que não tiveram a doença quando crianças, podem adquiri-la em qualquer idade.
Os sintomas são variáveis: dores no corpo, dor na parte direita superior do abdome (fígado), cefaléia, cansaço fácil, inapetência e febre, coloração amarelada da mucosa e da pele, urina escura, semelhante a chá forte ou coca-cola, as fezes claras, prurido, perda da função do fígado. Há casos em que é assintomática.

Transmissão


Ocorre pela via chamada fecal-oral, na maioria das vezes com fezes de pacientes contaminando a água de consumo e os alimentos. Pode ocorrer também entre pessoas que utilizam piscinas com água mal tratada e compartilham toalhas e lençóis que estão contaminados por fezes e passam despercebidos. Não existe forma crônica de Hepatite A, ou seja, exceto os poucos casos fatais associados à forma fulminante, quadro muito raro em que a única forma de tratamento é o transplante de fígado. A doença se resolve espontaneamente de 1 a 2 meses.

Tratamento


Não existe medicação específica, usam-se remédios contra enjôo, dor e febre. Repouso restrito não é necessário, cabendo ao paciente respeitar os limites conforme sua tolerância. Não cabem restrições alimentares, a comida pode ser normal. Certas pessoas, devido ao mal estar e à náusea, não conseguem manter uma ingestão mínima de água e comida, necessitando de hidratação intravenosa. Nos raros casos de Hepatite A fulminante, o portador pode precisar de transplante de fígado.

Prevenção


O vírus da hepatite A é eliminado pelas fezes na fase de incubação e nos primeiros 10 dias de icterícia. As fezes contaminam as águas que, se não tratadas, ao serem usadas para lavar alimentos, utensílios e para o próprio banho transmitem a doença a novos indivíduos. É importante portanto, o uso de água tratada ou fervida para fins alimentares, além de seguir recomendações quanto a proibição de banhos em locais com água contaminada e o uso de desinfetantes em piscinas. Indivíduos expostos ao vírus da Hepatite A, há menos de 15 dias e ainda sem sintomas, podem ser tratados com injeção de anticorpos (imunoglobulina), na tentativa de prevenir ou amenizar a doença.


HEPATITE B

Trata-se também de uma inflamação causada por um vírus, chama-se HBV. Os sintomas são parecidos com os da hepatite A São eles: mal-estar generalizado, dores de cabeça e no corpo, cansaço fácil, falta de apetite, febre. Após, surgem tipicamente prurido, fezes claras, urina escura e pele e mucosas amarelada.

Transmissão


Transfusões de sangue foram a principal via de transmissão da doença, hoje em dia isso se tornou raro por causa da testagem obrigatória laboratorial dos doadores. Atualmente, o uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos entre usuários de drogas e também relações sexuais sem (camisinha) são as formas mais preocupantes de contaminação na população. O contato acidental de sangue ou secreções corporais contaminadas pelo vírus, como mucosa ou pele com lesões também transmitem a doença.Mulheres grávidas contaminadas podem transmitir a doença para os bebês, sendo o parto normal ou por cesariana o principal momento de risco. O que pode ser minimizado pelo médico através de tratamento adequado.

Tratamento


Na hepatite A aguda, não é necessário tratamento com medicamentos específicos. Remédios para náuseas, vômitos e coceira, bem como administração endovenosa de líquidos podem ser usados ocasionalmente.
O repouso no leito não deve ser exigido uma vez que não afeta a evolução para hepatite crônica ou fulminante. Porém a ingestão de álcool em qualquer quantidade é proibida. O uso de qualquer medicamento deve ser avaliado pelo médico, já que muitos necessitam de um bom funcionamento do fígado para seu desempenho. A forma fulminante da hepatite aguda exige cuidados intensivos em hospital, podendo necessitar de transplante de urgência. Alguns casos de hepatite crônica necessita de um tratamento para evitar a evolução da doença e o risco de desenvolver cirrose e suas complicações.

Prevenção


Existe vacina para hepatite B, é indicada para todos os recém-nascidos, adultos que já tiveram a doença também podem ser vacinados, profissionais da área de saúde também são indicados, assim como alcoólatras e pessoas com outras doenças hepáticas. Pessoas portadoras do vírus C também podem tomar a vacina do vírus B.


HEPATITE C

É uma inflamação provocada pelo Vírus da Hepatite C (HCV). Diferentemente das hepatites A e B, a grande maioria dos casos de Hepatite C não apresenta sintomas na fase aguda ou, se ocorrem, são muito leves e semelhantes aos de uma gripe. Já existe um tratamento para a fase aguda da Hepatite C, pessoas suspeitas de terem sido contaminadas merecem atenção mesmo que não apresentem sintomas. Mais de 80% dos contaminados pelo vírus da hepatite C desenvolverão hepatite crônica e só descobrirão que tem a doença em exames por outros motivos, como por exemplo, para doação de sangue. Outros casos, aparecerem até décadas após a contaminação, por causa de complicações, casos de cirrose, câncer de fígado.

Transmissão
 
Situações de risco são as transfusões de sangue, a injeção compartilhada de drogas e os acidentes profissionais. Portanto, podemos nos contaminar com o vírus da Hepatite C ao termos o sangue, as mucosas ou a pele não íntegra atingida pelo sangue ou por secreção corporal de alguém portador do HCV, mesmo que ele não se saiba ou não pareça doente. A transmissão sexual do HCV não é freqüente e a transmissão da mãe para o feto é rara (cerca de 5%). Não são conhecidos casos de transmissão de hepatite C pelo leite materno. Apesar das formas conhecidas de transmissão, 20 a 30% dos casos ocorrem sem que se possa demonstrar a via de contaminação.
 
Tratamento
 
Nos raros casos em que a hepatite C é descoberta na fase aguda, o tratamento está indicado por diminuir muito o risco de evolução para hepatite crônica, prevenindo assim o risco de cirrose e câncer, nesses casos o tratamento se dá através de medicamentos (interferon). Os efeitos colaterais dos remédios utilizados em geral são toleráveis e contornáveis, porém, raramente são uma limitação à continuidade do tratamento. A decisão de tratar ou não, quando, por quanto tempo e com que esquema tratar são difíceis e exigem uma avaliação individualizada, além de bom entendimento entre o paciente e seu especialista.
 
Prevenção


A prevenção da hepatite C é feita pelo rigoroso controle de qualidade dos bancos de sangue, o que no Brasil, já ocorre, tornando pequeno o risco de adquirir a doença em transfusões. Seringas e agulhas para injeção de drogas não podem ser compartilhadas. Profissionais da área da saúde devem utilizar todas as medidas conhecidas de proteção contra acidentes com sangue e secreções de pacientes, como o uso de luvas, máscara e de óculos de proteção.


18 de set de 2009

Esquizofrenia




É uma doença mental grave que se caracteriza por uma coleção de sintomas, como alterações do pensamento, alucinações ( sobretudo auditivas ), delírios e embotamento emocional com perda de contato com a realidade, podendo causar um disfuncionamento social crônico.

Sintomas

Os sintomas da esquizofrenia variam de uma pessoa para a outra, podendo aparecer de forma gradual ou manifestar-se de forma explosiva e espontânea. Dividos em duas categorias: sintomas positivos e sintomas negativos.


Sintomas Positivos

Sintomas mais visíveis na fase aguda da doença, são delírios, pensamentos irreais, alucinações, ver, ouvir, sentir, cheirar algo  que não existe, elaborar frases sem qualquer sentido ou inventar palavras, ansiedade, agressividade.

Sintomas Negativos

São resultados da perda ou diminuição da capacidade mental, como falta de vontade ou iniciativa, isolamento social, apatia, indiferença emocional, pobreza do pensamento. Estes sinais não se manisfestam em todos os esquizofrênicos.


Causas

Sabe-se que não existe somente uma causa para a esquizofrenia, mas sim várias que contribuem para o seu aparecimento. Várias são as teorias que surgiram para explicar esta doença: Teoria Genética, Teoria Neurobiológica, Teoria Psicanalítica, Teoria Familiar.

Teoria Genética

Defende a idéia de que vários genes possam estar envolvidos em conjunto com fatores ambientais para o surgimento da doença. Sabe-se que uma pessoa possui chances de desenvolver a doença se um dos pais tiverem.

Teoria Neurobiológica

As teorias biológicos defendem que a esquizofrenia é essencialmente causada por alterações bioquímicas e estruturais do cérebro. A maioria dos medicamentos antipsicóticos atuam precisamente nos receptores da dopamina no cérebro, reduzindo a produção desse neurotransmissor.

Teoria Psicanalítica

Tem como base a Teoria Freudiana da psicanálise " a ausência de gratificação verbal ou da relação inicial entre mãe e bebê conduz igualmente as personalidades frias ou desinteressadas no estabelecimento das relações". A falta de relacionamentos interpessoais de forma satisfatórias esaria ligada na origem da esquizofrenia.

Teoria da Familiar

São as que menos tem fundamento científico, estão baseadas nos tipos de estruturas familiares. Nenhuma delas individualmente conseguem dar uma resposta satisfatória, o que reforça a idéia de uma doença com origem multifatorial.


Tipos de esquizofrenia

  • Paranóide, é a forma mais fácil de indentificar, predomíno de sintomas positivos.

  • Desorganizado, em que os sintomas afetivos e alterações do pensamento são predominantes e as idéias delirantes não são organizadas.

  • Catatônico, predomínio de sintomas motores como cansaço, acinético, excitação.

  • Indiferenciado, apresenta um isolamento social, diminuição do desempenho intelectual, apatia e indiferença com relação ao mundo exterior.

  • Residual, predomínio de sintomas negativos, isolamento social marcado por embotamento afetivo e uma pobreza no conteúdo do pensamento.


Tratamento

Com medicamentos antipsicóticos, que são eficazes em 70% dos casos na diminuição dos sintomas.


Cuidados de enfermagem

  • Orientar o paciente a não descontinuar o tratamento;

  • Orientar sobre notificar o profissioanl da saúde sobre efeitos colaterais que estejam ocorrendo;

  • Evitar o estresse;

  • Explicar a importância de  uma rotina diária com horários estabelecidos para alimentação, descanso;

  • Estimular o paciente a participar de grupos já existentes;

  • Passar confiança para ele, ajudando-o a desenvolver relacionamento com outras pessoas.

11 de set de 2009

Cálculos Renais - Litotripsia

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Embora possam formar-se em qualquer região do trato urinário, a maioria dos cálculos surgem quando há precipitação das substâncias que normalmente, estão dissolvidas na urina. O tratamento dos cálculos variam, sendo eles solitários ou múltiplos.


Causas

Os cálculos  renais são prevalentes em algumas regiões geográficas onde o clima quente provoca desidratação e concentra as substâncias formadoras de cálculos, ou devido aos hábitos dietéticos. Embora se desconheça a causa exata dos cálculos renais, sabe-se que os fatores predisponentes são:





  • Desidratação - a redução da excreção de água concentra as substâncias formadoras de cálculos.

  • Infecção - tecidos infectados propiciam o desenvolvimento de cálculo.





Além disso, cálculos infectados ( em geral, fosfato de amônio e magnésio ) podem desenvolver-se quando as bactérias funcionam como nicho para formação do cálculo.

Alterações do PH
 A urina consistentemente alcalina ou ácida pode ser um meio favorável a formação de cálculos.
  
Obstrução
A estase urinária possibilita que os componentes formadores de cálculo se acumulem e se fixem aos tecidos, favorecendo a infecção.
  
Fatores Metabólicos
 Acidose tubular renal, aumento do ácido úrico ( gota ), ingestão excessiva de vitamina D ou de ácido na dieta podem predispor o indivíduo a cálculos renais.


Fármacos
 Alguns fármacos são conhecidos por causarem os cálculos. Ex: magnésio, antiácidos, laxantes, aspirina.


Complicações
Os cálculos podem permanecer na pelve renal, ou lesar o parênquina renal, podendo ocorrer necrose por compressão.


Tratamento
Em geral implica aceleração da sua passagem natural por meio de hidratação abundante ( mais de 3 litros por dia ), outras medidas terapêuticas são administrações de antimicrobianos para infecção, analgésicos ou até morfinas para controlar a dor e diuréticos para evitar a estase urinária e a formação de novos cálculos.

Outra forma de tratamento que vale a pena comentar um pouco mais sobre ela , é a Litotripsia.

Litotripsia é um procedimento não-invasivo para remoção de cálculos renais, por ondas de choque extracorporais ( LEC ). Utiliza ondas de choque de alta energia para desintegrar cálculos e possibilitar sua eliminação de forma normal. O paciente/ cliente é anestesiado, e a região afetada é posicionada sobre um gerador de fagulhas elétricas que geram ondas provocando a desintegração dos cálculos sem prejudicar os tecidos adjacentes.



6 de set de 2009

Desconto em Faculdades



Olá pessoal, já faz um tempo que faço parte desse projeto que se chama Educar para Vida! Através dele, curso nível superior em enfermagem na UMC, pensei em postar algo relativo a isto na tentativa de poder ajudar não só pessoas que desejam ingressar na área da saúde, mas em qualquer outra área.

O movimento universitário do qual faço parte mudou completamente a minha vida, e vem mudando a vida de muitos outros jovens. Vou deixar aqui algumas informações sobre a ATST e o projeto deles "Educar para a vida" (Movimento Universitário), vale lembrar que a ATST promove também o Movimento de moradia.

As pessoas que quiserem se associar ao movimento da faculdade ou de moradia, deverão adotar os seguintes precedimentos:


  1. Comparecer na sede da Associação, situada na Rua Félix Guilhem, 37, Lapa de Baixo, de 2ª a 6ª feira, das 9h às 20h, e trazer para confecção da carteirinha de associado: RG original, 1 (uma) foto 3x4 e R$ 1,00 (Hum Real).


  2. Para confecção da carteirinha, você poderá mandar um representante em seu lugar.


  3. Relação das Faculdades Conveniadas:


  • Faculdade Caieiras


  • Faculdade Paulista de Artes


  • Faculdade Sumaré


  • IPEP


  • São Camilo


  • UMC (Univ. Mogi das Cruzes)


  • UNG (Univ. Guarulhos)


  • Unibero


  • Unicid


  • Unicsul


  • Unifai


  • Uni FMU


  • Uniradial


  • Unisal (Centro Univ. Salesiano)


  • Unisant'anna


  • Unítalo


  • Universidade Ibirapuera

Abaixo o link do site da ATST:

Ou acesse na guia Educar para Vida, que coloquei no blog (no topo da página).
Qualquer dúvida, deixe seus comentários ou perguntas e eu responderei a todas que puder!

Abraço a todos e boa sorte!
Renata Medina.

4 de set de 2009

Linfedema



É o acúmulo de líquido proteico, por conta de disfunções linfáticas. Acomete braços e pernas, ocorrendo aumento no membro, que pode ser discreto ou até mesmo grotesco, tornando o membro pesado e incapacitado de realizar sua funções. Pode ser congênita ou adquirida. As micoses interdigitais são freqüentes nessa doença, é necessário grande atenção ao paciente ocorre também o surgimento de erisipelas, febre e calafrios, o que torna o quadro mais grave, sinal de alerta para infecções. As mulheres têm maior propensão a formar o linfedema, especialmente nas pernas, geralmente associadas ao edema causado pelas varizes.

Cuidados importantes com o paciente:
  • Higiene com os pés, evitando micoses e lesões;
  • Cuidados com a pele, hidratação;
  • Evitar traumas;
  • Manter membros elevados;
  • Elevar também os pés da cama.









Tratamento:
Através de diuréticos, antimicóticos tópicos e sistêmicos associados ou não, dieta de emagrecimento, dieta com restrição de triglicérides, cirurgia, drenagem linfática, psicoterapias, uso regular das malhas elásticas compressivas.
Prevenção:
Estar alerta aos fatores de risco que prejudicam o sistema linfático, infecções de repetição, micoses profundas, metástases, radioterapia. Mulheres com câncer de mama que foram submetidas a retirada total ou parcial dos gânglios linfáticos da axila ou a irradiação dos mesmos, devido a dificuldade da drenagem de linfa.





Não deixe de se relacionar com as pessoas, é importante tentar manter suas atividades normais dentro do possível. Procure apoio, tratamento médico. Fica aqui o meu abraço! Re.
 

1 de set de 2009

Virgínia Henderson

 
 
Virgínia Henderson nasceu em 30 de novembro de 1897 e faleceu em 19 de março de 1996, com 98 anos de idade.Licenciou-se na “Army School of Nursing”, Washington, D.C., em 1921 e posteriormente especializou-se como enfermeira docente, fazendo parte do corpo docente da “Columbia school”, entre 1930 e 1940. Virgínia Avenel Henderson ocupou a posição de Pesquisadora na Universidade de Yale no período de 1953 a 1971, e Pesquisadora Associada Emérita de 1971 a 1996.
 
 
Escreveu e editou várias versões do Livro Princípios e Práticas de Enfermagem, e em todas as edições de seu livro, para Henderson o paciente é a figura central dos cuidados de enfermagem e o enfermeiro deve ajudá-lo a tornar-se independente na satisfação de suas necessidades o mais cedo possível.

Virgínia Henderson baseia a sua concepção de enfermagem nos seguintes pressupostos:


  • Tanto o enfermeiro quanto o paciente, valorizam a independência sobre a dependência;

  • O enfermeiro deve ter em conta o plano terapêutico prescrito pelo médico para definir os cuidados;

  • A prática do enfermeiro deve basear-se nos contributos gerados pela investigação em enfermagem/ conhecimentos;

Para Virgínia Henderson todas as necessidades se encontram relacionadas, sendo a satisfação de qualquer uma delas diferente de pessoa para pessoa, variando de acordo com os fatores psicológicos, sociais, culturais e também de acordo com sua percepção do que é certo ou normal.


As 14 necessidades citadas por Virgínia Henderson são:

  1. Respirar normalmente;
  2. Comer e beber adequadamente;
  3. Eliminar os resíduos corporais;
  4. Mover-se e manter posturas corretas;
  5. Dormir e descansar;
  6. Vestir-se e despir-se, selecionando vestuário adequado;
  7. Manter a higiene e proteção da pele;
  8. Evitar perigos ambientais e evitar que prejudiquem os outros;
  9. Comunicar-se com os outros expressando , emoções, necessidades, receios e opiniões;
  10. Viver segundo crenças e valores;
  11. Trabalhar de foma a obter realização e satisfação;
  12. Participar de diferentes atividades recreativas;
  13. Aprender, descobrir ou satisfazer a curiosidade que conduz ao desenvolvimento normal e a saúde, utilizando os meios disponíveis;
  14. Manter a temperatura corporal, adaptando o vestuário e modificando o ambiente;


Finalidades


Finalidade dos Cuidados: o restabelecimento da independência da pessoa ou a sua conservação de forma a que ela possa responder ás suas necessidades.

Papel do Enfermeiro

Deve substituir na pessoa o que lhe falta para que ela seja independente e completa.


Para Henderson, a função da enfermagem é ajudar o paciente no desempenho das suas atividades. Auxiliando na sua saúde, recuperação ou morte serena, que seria desempenhada por ele sozinho se tivesse força ou conhecimento necessário para tal. Enfatiza que a enfermagem deve ajudar o paciente a conquistar sua independência o mais rápido possível.